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"O medo come a alma/a cacofonia cria medo"

Ernst Prost sobre as "Suposições, as meias-verdades, as opiniões pessoais e as procedimentos não harmonizados" e sobre o porquê de eles serem contraproducentes atualmente

Estimados(as) colegas,

 

"O medo come a alma" é o nome de um filme do Rainer Werner Fassbinder de 1974. Não é preciso ter visto o filme, mas a frase gramaticalmente errada escolhida de propósito no nome original do filme em alemão ("O medo comem a alma") insinuou-se em mim. Todos nós temos medo. Medo da perda, medo do relacionamento, medo da privação, medo da morte. Aquilo de que podemos ter medo nunca acaba. Os Gauleses do Asterix & Obelix tinham sempre medo que o céu lhes caísse em cima da cabeça. Sim, agora rimo-nos. Mas não serão todos os medos de certa forma irracionais, surreais e temíveis??? Acordar banhado em suor, depois de ter um pesadelo e ser atormentado por medos primitivos. Também a mim isso me acontece muitas vezes. E, às vezes, preciso de algumas horas até conseguir novamente afugentar os fantasmas escuros e sombrios do medo. O medo infiltra-se nos ossos, ou seja, de forma muito profunda. Mas é assim. O medo é normal, tal como muitas outras coisas que não nos agradam são normais na vida. 

Sabe o que mais me mete medo agora? É esta cacofonia – a que no dialeto suábio chamamos "Vielerlei-Geschwätz" (tagarelice de toda a espécie) – que atualmente chega aos ouvidos cheios de incertezas dos cidadãos, vinda das pessoas que ocupam os lugares de poder e das instituições centrais e regionais, dos centros de competências, dos bastiões do conhecimento, dos grupos de reflexão e dos programas de entrevistas. Neles, há sempre um perito/político que alerta para os perigos de um alívio prematuro das medidas implementadas enquanto o outro, através dos seus óculos de ministro da saúde, vê já uma luz ao fundo do túnel. Um diz uma coisa e o outro, logo a seguir, diz outra coisa. Neles, receia-se, pensa-se, avisa-se, encoraja-se, exige-se, censura-se, insiste-se incessantemente e, claro, debate-se sempre de forma muito séria, consultando-se também outros peritos e políticos do círculo. E há sempre várias coisas que não se quer de modo algum tolerar e outras coisas que se quer urgentemente resolver ou que se quer impedir ou que se quer, pelo menos, debater.

Máscaras de proteção: sim ou não? Ou talvez... "Não se perde nem um posto de trabalho". (Ministro da Economia Altmaier). E logo a seguir: "Temos de nos preparar para cortes severos, profundos e prolongados." (Ministro da Economia Altmaier). "Em breve, tudo terá passado". "Antes da Páscoa ou do Pentecostes, não haverá retoma nem rápida nem lenta". Fica-se com medo quando não se sabe nada. Por exemplo, no escuro (ou quando se está cego. – ou quando somos governados por cegos). Verdadeiramente assustador é quando se ouve os outros (p. ex., as autoridades) que, efetivamente, também não sabem nada, mas fazem como se soubessem. Também se contam algumas idiotices quando o dia já vai longo – ou quando queremos ganhar votos. É certo que temos de dizer algo aos cidadãos e ao povo, a quem tem medo e está preocupado. Só que isso deve ser harmonizado, estar razoavelmente fundamentado e assentar em factos. Mas, de repente, há um representante do povo que olha para uma câmara com a testa franzida de preocupação e nos diz que temos de olhar para a crise como quem olha para uma corrida, quando esta mais parece uma maratona. Por sua vez, o colega do outro ministério ou do outro partido vê já um achatamento na curva, com os números do RKI do dia anterior.

ISTO assusta e lança dúvidas sobre se há realmente alguém que sabe o que se passa e o que temos de fazer. E a pergunta adicional é perceber o porquê de tantos dignitários, técnicos especializados, políticos e peritos fazerem de conta que sabem o que estão a fazer e até como algo deve ser feito de imediato e sem outras alternativas, e o porquê de nos quererem comunicar isto. É realmente estranho que nos expliquem e nos obriguem, a nós cidadãos, a tomar medidas com base em suposições, meias-verdades, opiniões pessoais e procedimentos não harmonizados. Independentemente de isso ser lógico ou sensato. Claro que se a minha loja de bricolage na Baviera foi encerrada por causa do coronavírus, vou ao Bade-Vurtemberga. Não, ninguém quer lançar a confusão, mas é precisamente isso que se está a passar, ou melhor, que se está a fazer. Também não quero dizer que se tem de mentir – algumas declarações surgem por puro desespero (ou por esperança) e algumas revelam uma relação algo ambivalente em relação a factos e à verdade. Não é assim que se cria confiança. Mas é assim que se fomenta o medo...

NÓS mantemo-nos confiantes e otimistas, sem medos e construtivos!!

 

Ernst Prost

Diretor


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