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Muito depressa em vez de asap

O diretor Ernst Prost explica como a crise tem efeitos positivos no trabalho por já não haver discussões inúteis e por todos estarem ainda mais no mesmo barco.

Caros(as) colegas,

 

Atualmente, ser chefe dá mesmo gozo. Quando, antigamente, se discutia durante muito tempo, hoje já se ouve : "Eu faço!". "Finalizar" também já não muito frequente. – Agora, acaba-se logo à primeira e fica tudo bem feito... E este "asap" maluco transformou-se num "muito depressa". Também já não se ouve "Não é possível" e ainda menos "Não tenho tempo". É um sonho para todos os que estão habituados a avançar sem terem de se virar continuamente para trás para ver se a equipa está a acompanhar. É incrível como, hoje em dia, se tomam e se implementam rapidamente decisões. Não há discussões compridas e alargadas, não há reuniões cansativas, morosas e formadoras de opinião em grandes grupos. Não há nenhum "sim, mas". Não há nenhum "eu é que sei" nem "eu pensei". Não há nenhum "conheço alguém que ouviu dizer que seria melhor de outra forma".

São condições fantásticas para uma pessoa como eu. Assumir a responsabilidade, decidir, fazer avançar - como equipa. Basicamente, NÓS sempre trabalhámos assim, mas na situação atual, aumentámos drasticamente o ritmo, reduzindo de forma nítida os tempos de reação. Só digo que não são os grandes que comem os pequenos, mas os rápidos que comem os lentos...

Não me entendam mal: a crise económica é má e o vírus é catastrófico. Não posso mudar nada nisso, mas consigo agora, da minha posição, dar o meu melhor e fazer o que deve ser feito. Alguns chamam-me "Kribek", abreviatura de "Krisen Bekämpfer" que, traduzido para português, significa "Combatente de crises". Gosto disso. Também já me chamaram "Optimist Prime". – Sim, sou um otimista e acredito no bom e no positivo, no construtivo e no bonito. Não gosto de alinhar com os profetas das desgraças nem gosto de concordar com as lamentações que, agora, se fazem ouvir por todo o lado. Ultrapassar crises quer primeiro dizer trabalhar muito – e queixar-se pouco. O mesmo se aplica ao êxito...

O nosso trabalho conjunto dá-me muito prazer e muito gozo. Pensar e fazer. Criar e implementar. Não fazer mil perguntas, mas deitar mãos à obra. Com toda a força, com toda a paixão e com toda a vontade. Só se chega ao cimo do farol com entusiasmo e excitação. E nós somos um farol no nosso setor e, talvez também, em toda a economia alemã. Dentro de uns meses, tudo isto será passado – Um tempo muito intenso de criação a partir do novo. Um tempo durante o qual se colocam as prioridades certas. Um tempo durante o qual a sociedade resiste e os seres humanos voltam a remar juntos na mesma direção...

Já receio o momento em que este fase de criação extrema voltará a passar, fazendo o egoísmo e a empatia voltar em força... Espero que não voltemos todos a cair em demasia na rotina e no padrão de comportamento normal dos objetores que respondem sempre com um "sim, mas" a qualquer coisa, ou que pedem sempre para pensar nos contras de algo, mesmo que não se saiba em quê. Mais vale olhar com esperança para o futuro e fazer algo por isso, do que ver sempre tudo de forma negativa e saber sempre mais sobre tudo.

Sempre adorei o meu trabalho, mas há algumas semanas que gosto ainda mais do que faço. Estou no meu elemento. Estamos a mexer, a criar, a ter um bom desempenho, somos necessários, geramos proveito e criamos valores. Estamos no pico da nossa forma. É uma sensação incrivelmente boa. Estou muito grato por isso. Temos de aceitar as coisas que não podemos mudar. Mas temos de atirar-nos com todas as nossas forças às coisas que podemos mudar. Uma bela tarefa no meio desta crise sanitária e económica que assolou todo o nosso mundo. Há menos tagarelice, mas faz-se muito mais.

Nem os habituais "seguidores" estão tão presentes: finanças, sindicatos, órgãos de fiscalização, outras autoridades e burocratas internos e externos... As disposições básicas de proteção de dados continuam a existir, mas já não dominam tudo. Até as pastas com as regras de Compliance deixaram de ficar mais grossas nos últimos dois meses... Em suma, sabe bem trabalhar sem interrupções e com foco, rapidez e dinamismo. Com concentração naquilo que interessa em vez do acessório. É tempo de florescer, tempo de dar tudo. O que interessa agora é o mais importante na vida: a sobrevivência e a saúde das pessoas, bem como a sobrevivência das empresas e dos seus postos de trabalho.

 

Ernst Prost

Diretor


Portugal